Fotobiomodulação com Laser Fotona: como funciona e quais os benefícios?

A fotobiomodulação com Laser Fotona utiliza a energia da luz para estimular respostas biológicas no tecido sem o objetivo de provocar uma lesão, ablação ou coagulação.

Na Clínica Drummondermato, em Ipanema e Barra da Tijuca, Rio de Janeiro, a fotobiomodulação é realizada com a ponteira MarcCo do Laser Fotona, utilizando o laser Nd:YAG 1064 nm.

Diferentemente de muitos tratamentos a laser utilizados na Dermatologia, nos quais buscamos um efeito térmico ou uma lesão controlada para estimular a renovação da pele, na fotobiomodulação o princípio é outro: a luz funciona como um sinal para as células, desencadeando respostas relacionadas ao metabolismo celular, controle da inflamação, circulação e reparo dos tecidos.

Por isso, a fotobiomodulação pode ser utilizada em diferentes situações, incluindo tratamentos capilares, recuperação e cicatrização da pele e auxílio no controle da dor.

O que é fotobiomodulação?

A fotobiomodulação, também conhecida pela sigla PBM (photobiomodulation), é uma terapia que utiliza luz em parâmetros específicos para produzir alterações biológicas nas células e nos tecidos.

A energia luminosa é absorvida e desencadeia diferentes vias de sinalização celular, que podem interferir em processos relacionados à produção de energia celular, óxido nítrico, espécies reativas de oxigênio em níveis sinalizadores, circulação, inflamação e reparo tecidual.

De maneira simples, podemos dizer que:

a fotobiomodulação utiliza a luz para estimular o funcionamento e a resposta das células, sem precisar lesionar o tecido.

Esse conceito é diferente daquele de lasers ablativos, fracionados ou utilizados para coagulação.

Como funciona a fotobiomodulação com a ponteira MarcCo?

A MarcCo é uma ponteira do Laser Fotona desenvolvida para a aplicação do Nd:YAG 1064 nm em protocolos de fotobiomodulação.

O comprimento de onda de 1064 nm apresenta baixa absorção pela melanina e capacidade de alcançar tecidos em profundidade, permitindo distribuir a energia luminosa além das camadas mais superficiais da pele.

Durante a aplicação, são utilizados parâmetros específicos para obter o efeito biológico desejado, sem buscar a destruição do tecido.

É importante destacar que, em fotobiomodulação, mais energia não significa necessariamente mais resultado. Comprimento de onda, potência, irradiância, fluência, tamanho da área tratada e tempo de exposição interferem na resposta biológica.

Por isso, a escolha adequada dos parâmetros faz parte do tratamento.

Para que serve a fotobiomodulação com Laser Fotona?

A fotobiomodulação pode ser utilizada como terapia complementar em diferentes situações. Entre suas principais aplicações estão:

  • tratamentos capilares, como parte de protocolos para determinadas formas de queda de cabelo;
  • modulação de processos inflamatórios;
  • auxílio na recuperação e reparo dos tecidos;
  • suporte à cicatrização;
  • auxílio no tratamento de determinados tipos de dor musculoesquelética;
  • recuperação após alguns procedimentos, quando houver indicação.

A aplicação e os parâmetros utilizados podem mudar de acordo com o tecido e com o objetivo do tratamento.

Fotobiomodulação para queda de cabelo

A fotobiomodulação capilar pode fazer parte de protocolos para determinadas formas de alopecia.

Nesse caso, a proposta é utilizar a luz para desencadear respostas celulares e contribuir para um microambiente mais favorável ao funcionamento do folículo piloso, incluindo efeitos sobre sinalização celular, processos inflamatórios e microcirculação.

Na Clínica Drummondermato, a fotobiomodulação com MarcCo pode ser associada a outras estratégias, como o Er:YAG no modo SMOOTH com ponteira PS03 e o MMP Capilar, de acordo com o diagnóstico.

É importante ressaltar que a fotobiomodulação possui evidências no tratamento da alopecia, porém os estudos capilares utilizam diferentes comprimentos de onda e protocolos. Portanto, não é correto afirmar que o Nd:YAG 1064 nm é superior aos demais comprimentos de onda para estimular o crescimento capilar.

→ Saiba mais sobre o Tratamento Capilar com Laser Fotona.

Fotobiomodulação para dor

Uma das aplicações da fotobiomodulação é o auxílio no tratamento da dor, especialmente em determinadas condições musculoesqueléticas.

A luz pode interferir em mecanismos relacionados à resposta inflamatória, microcirculação e sinalização celular, contribuindo para modulação da dor e recuperação dos tecidos.

A característica óptica do Nd:YAG 1064 nm é particularmente interessante quando buscamos alcançar estruturas localizadas além da superfície da pele.

A indicação, entretanto, depende da origem da dor e não substitui a investigação da sua causa.

Fotobiomodulação para cicatrização e recuperação da pele

A fotobiomodulação também pode ser utilizada para auxiliar processos de reparo tecidual e cicatrização.

Ao modular diferentes respostas celulares envolvidas na inflamação e regeneração, a terapia pode contribuir para criar condições favoráveis à recuperação dos tecidos.

Por esse motivo, a fotobiomodulação pode ser incorporada a protocolos dermatológicos e à recuperação após determinados procedimentos, sempre após avaliação médica.

Qual a diferença entre fotobiomodulação e laser convencional?

A diferença está principalmente no efeito que queremos produzir no tecido.

Em muitos tratamentos dermatológicos, utilizamos o laser para gerar calor, coagulação ou uma lesão controlada. Essa lesão desencadeia posteriormente um processo de reparo e remodelação.

Na fotobiomodulação, não precisamos destruir o tecido para obter uma resposta. A luz é utilizada em parâmetros capazes de desencadear sinais biológicos e modificar a atividade celular.

É por isso que dois tratamentos realizados com laser podem apresentar mecanismos e objetivos completamente diferentes.

Fotobiomodulação é a mesma coisa que LED?

Não.

Tanto lasers quanto LEDs podem ser utilizados para fotobiomodulação. A fotobiomodulação descreve o efeito biológico provocado pela luz, e não um equipamento específico.

Existem diferentes comprimentos de onda utilizados em PBM, principalmente dentro do espectro vermelho e infravermelho próximo.

A MarcCo utiliza especificamente o Nd:YAG 1064 nm do sistema Fotona, enquanto outros equipamentos de fotobiomodulação podem utilizar lasers de diodo ou LEDs com comprimentos de onda diferentes.

Isso significa que nem todo aparelho de fotobiomodulação é igual, e os resultados de um determinado comprimento de onda ou protocolo não devem ser automaticamente atribuídos a todos os outros.

Fotobiomodulação dói?

A fotobiomodulação é um procedimento não invasivo e geralmente bem tolerado.

Durante a aplicação, pode ocorrer percepção de calor, dependendo da região e dos parâmetros utilizados, mas o objetivo não é produzir uma lesão no tecido.

Após o procedimento, normalmente não existe o período de recuperação característico de lasers ablativos.

Quantas sessões de fotobiomodulação são necessárias?

O número e a frequência das sessões dependem da indicação, região tratada, objetivo terapêutico e resposta individual.

Como a fotobiomodulação pode ser utilizada para situações muito diferentes — desde couro cabeludo até dor e reparo tecidual — não existe um único protocolo adequado para todos os pacientes.

A indicação e os parâmetros são definidos individualmente.

Fotobiomodulação com Laser Fotona no Rio de Janeiro

Na Clínica Drummondermato, em Ipanema e Barra da Tijuca, Rio de Janeiro, realizamos fotobiomodulação com a ponteira MarcCo do Laser Fotona, dentro de protocolos individualizados.

A tecnologia pode ser utilizada isoladamente ou associada a outros tratamentos, dependendo do objetivo e da avaliação médica.

O mais importante não é simplesmente utilizar uma determinada tecnologia, mas definir quando ela é indicada, qual o objetivo do tratamento e quais parâmetros devem ser utilizados para cada paciente.

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