Câncer de Pele

O Câncer de pele é o câncer mais comum entre todos os tipos de câncer. Dividimos o câncer de pele em Melanoma e Não Melanoma. A e por sorte, é muito mais comum o subtipo Não Melanoma, que apresenta baixa mortalidade.

Quais são os tipos de câncer de pele?

1. Câncer de pele não melanoma

São os carcinomas, ainda divididos em 2 tipos:

  • Basocelular e
  • Espinocelular.

Apesar da baixa mortalidade, são muito prevalentes e podem provocar invasão local. Surgem mais comumente nas áreas expostas ao sol, porém podem surgir em qualquer local do corpo.

Qualquer ferida ou machucado que não cicatrize, ou lesões que se assemelham a verrugas ou sinais endurecidos recentes, devem ser avaliados pelo dermatologista.

2. Melanoma

É o câncer de pele das “pintas”. Uma pinta estranha, assimétrica, muito escura, nova ou proveniente de um outro sinal que tenha se modificado, precisa de avaliação imediata.

Pessoas com pele mais clara, com uma história familiar de melanoma, têm um risco mais elevado de desenvolver a doença

Apesar de ser o câncer de pele mais letal, apresenta uma alta taxa de cura quando detectado precocemente.

Faça avaliação periódica com dermatologista

Mesmo o melanoma, que é o câncer de pele mais letal, apresenta uma taxa de cura de até 90% quando detectado precocemente.

Por isso é muito importante uma avaliação periódica com dermatologista.

Em alguns casos, é importante a realização do Mapeamento Corporal Digital, um exame mais detalhado da pele, feito com um aparelho chamado Fotofinder, que aumenta a acurácia do diagnóstico.

Quem tem indicação de realizar o Mapeamento Corporal Digital?

Qualquer pessoa que deseje pode realizar o exame, mas as principais indicações são:

  • História prévia de melanoma ou outro câncer de pele;
  • História familiar de melanoma;
  • Múltiplos nevos (“pintas”) no corpo.

Tenho diagnóstico de câncer de pele. E agora?

Se o seu diagnóstico for de carcinoma basocelular ou espinocelular, pode ficar mais tranquilo. Após a remoção, as margens são avaliadas e se estiverem “livres” a chance de recidiva é muito pequena. Também não costuma dar metástase.

Após um diagnóstico de câncer de pele não melanoma, as consultas devem ser semestrais nos próximos 5 anos, pois a chance de outro carcinoma é maior.

Se for diagnóstico de melanoma, a avaliação da possibilidade de metástase pode ser necessária e isso vai depender do quanto o melanoma invadiu, informação fornecida pela biópsia, um índice chamado de BRESLOW. Quando esse valor é abaixo de 1mm, o prognóstico é muito melhor.

Após a biópsia, se o laudo for de melanoma, é necessário uma ampliação das margens, com uma nova cirurgia, para evitar que alguma célula neoplásica que tenha “sobrado” no local, cause metástase.

Se necessário, o dermatologista irá indicar acompanhamento em conjunto com o oncologista.

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